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Simulador e comparativo IRS 2013, 2012 e 2011 – trabalhadores independentes


Simulador e comparativo IRS 2013, 2012 e 2011 suporta agora rendimentos de trabalhadores independentes no regime simplificado (categoria B do IRS), para além dos rendimentos de trabalho dependente que já estavam contemplados nas versões anteriores.

Para já ficam exemplos do impacto brutal para os trabalhadores independentes, que podem ser verificados no simulador de IRS:

  • Solteiro, 10.000 € de prestações de serviços: imposto antes das deduções à colecta aumenta 90% (45% se prestar serviços a uma só entidade).
  • Solteiro, 20.000 € de prestações de serviços: imposto antes das deduções à colecta aumenta 65% (35% se prestar serviços a uma só entidade).
  • Casal, 14.000 rendimentos de categoria A e 14.000 rendimentos de categoria B (rendimento de cada sujeito passivo): imposto antes das deduções à colecta aumenta 56% (39% se prestar serviços a uma só entidade).

Última actualização: 02/02/2017

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8 comentários a Simulador e comparativo IRS 2013, 2012 e 2011 – trabalhadores independentes

  1. Eduardo Moos Novembro 4, 2012 at 23:42 #

    Boa noite. Relativamente ao simulador tenho um problema já que ao colocar valores nas quotizações para ordens profissionais o simulador deixa de funcionar. Será possível esclarecerem-me. Obrigado e recebam os meus melhores cumprimentos.
    Eduardo Moos

    • Pedro Pais Novembro 5, 2012 at 11:22 #

      @Eduardo, como assim? Estive a experimentar e não consigo reproduzir o problema.

    • Eduardo Moos Novembro 5, 2012 at 20:37 #

      Pedro, boa noite. A questão é esta, se coloco todos os valores mas sem as quotizações aparecem-me os resultados e quanto é suposto pagar de impostos em 2012 e em 2013. Se ponho as quotas das Ordens deixam de aparecer resultados. Obrigado pela rapidez com que me respondeu. Cumprimentos.

  2. Pedro Pais Novembro 6, 2012 at 11:15 #

    @Eduardo, pode mandar-me um mail com o ficheiro preenchido?

  3. Luís Ascenso Novembro 13, 2012 at 16:09 #

    Nos Açores, há diferenças nos escalões, decorrentes da aplicação da Lei das Finanças Regionais.

    Escalões de 2013
    Rendimento colectável Taxa normal Taxa média
    0,00 Até 7000 10,15% 10,15% 0,00
    7.000,01 de mais de 7000 até 20000 21,38% 14,73% 785,75
    20.000,01 de mais de 20000 até 40000 29,60% 25,15% 2.430,75
    40.000,01 de mais de 40000 até 80000 36,00% 32,64% 4.990,75
    80.000,01 Superior a 80000 38,40% – 6.910,75

    Escalões 2012
    0,00 Até 4 898 8,05% 11,50% 0,00
    4.898,01 De mais de 4 898 até 7 410 10,50% 12,35% 120,00
    7.410,01 De mais de 7 410 até 18 375 19,60% 19,60% 794,31
    18.375,01 De mais de 18 375 até 42 259 28,40% 28,59% 2.411,31
    42.259,01 De mais de 42 259 até 61 244 30,40% 31,50% 3.256,49
    61.244,01 De mais de 61 244 até 66 045 33,20% 32,23% 4.971,32
    66.045,01 De mais de 66 045 até 153 300 34,80% 38,65% 6.028,04
    153.300,01 Superior a 153 300* 37,20% – 9.707,24

    Mínimo 8148
    Mínimo2 1911

    Daí que seria interessante que a ferramenta também contemplasse esta situação.
    Caso não seja possível gostaria de pedir que me facultassem o ficheiro sem restrição de acesso (ou a Password) para eu poder adaptar.
    Obrigado,

    Luís Ascenso

  4. Gil Milheiriço Novembro 15, 2012 at 13:26 #

    Pedro, bom dia!
    Ainda não há simuladores para os reformados? Ou será que não dei pela informação?
    Obrigado

  5. Ana Março 2, 2013 at 20:21 #

    Boa noite, tenho uma dúvida que pode ser até ridícula, mas preciso de a esclarecer e conto com a sua ajuda.
    Eu sou trabalhador de categoria B e dependente e a meu marido trabalha a recibos verdes, casamos em Julho de 2012, e a minha duvida é se posso fazer o IRS em Março conjunto ou se tenho que esperar por Maio, altura dos trabalhadores independentes.
    Cumprimentos
    Obrigado

  6. Carlos Fareleira Maio 11, 2013 at 18:32 #

    Caros amigos, alguém me dá uma ajuda???
    Suscitou-se-me uma dúvida no âmbito do preenchimento do modelo 3 de IRS!
    Este ano tenho rendimentos a declarar no Anexo G, por isso só agora o surgimento dessa dúvida, que passo a explicar.
    Do meu primeiro casamento tenho uma filha, cujo exercício da regulação do poder paternal, foi a atribuída à mãe, por acordo judicial. Foi decidido por acordo entre as partes, prescindirem o pagamento de alimentos, desde que os progenitores residissem na mesma cidade, o que é o caso! Mais ficou decidido que todas as despesas de educação, médico e medicamentosas, seriam suportadas por ambos em partes iguais!
    Posteriormente e depois de um outro casamento, nasceram outros dois filhos e a esposa trazia já outros dois filhos, com a regulação conjunta! Grande família esta! Eu e a minha mulher somos funcionários públicos ( oficial de justiça e educadora.
    PERGUNTA: Uma vez que não posso incluir minha 1ª filha, neste agregado, e sendo este ano necessário relacionar as despesas efectuadas com o NIF de cada um, como devo proceder?
    Só me ocorre agregar as despesas dela no meu NIF? É o correcto?
    É que ela terminou em 2012, o curso de Arquitectura, tem 23 anos. Pode imaginar a despesa que foi por ela efectuada, e porque, se esta família “enorme”, nunca teve grande ajuda por parte do Estado que sempre tirou aqueles pequenos benefícios atribuídos, como forma de incentivo à natalidade, ao menos que pela última vez (em relação a esta filha), possa incluir tais despesas no respectivo anexo!

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