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Simulação de investimento: 10ª semana



Para saber que simulação é esta, consulte o artigo Simulação de investimento.

Simulação de investimento: 10ª semana

O cenário dos investimentos em activos mais arriscados (cabazes #2 e #3) continuam a acumular perdas significativas. Até quando tal situação se manterá é a dúvida de todos. Na verdade poderia especular mil e um cenários, todos eles fundamentados de alguma forma, mas não passariam de especulações.

Infelizmente, caso assista a notícias financeiras, é fácil encontrar pessoas (de posições de relevo) que têm opiniões muito determinadas, mas que na prática pouco servem. O mercado vive dias de grande instabilidade e o melhor é, manter-se afastado nesta fases, e possível.

Em relação à nossa simulação continuamos com o cenário recorrente de ser apenas o cabaz #1 (o do depósito a prazo) a manter uma rentabilidade positiva. A simulação mostra bem como nos mercados accionistas (cabaz #2 parcialmente e cabaz #3) se pode avultar perdas muito significativas, pelo que em períodos curtos de tempo se deve evitar este tipo de investimentos.

Continuamos a aceitar apostas sobre qual será o melhor cabaz (mais rentável) no final de 2007.

Última actualização: 02/02/2017

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11 comentários a Simulação de investimento: 10ª semana

  1. Vitor Outubro 3, 2007 at 2:06 #

    O PSI20 esta assim tao mau? Desde o inicio da tua simulacao, o DJIA subiu 5%. O PSI20 desceu cerca de 10% neste periodo?

    Eu criei o meu portfolio em Abril e tenho contribuido para ele desde entao e nao tem corrido mal. Estive a 10% antes da quebra, fui a -8% e neste momento estou de volta nos 7%… nada mau para 6 meses 🙂

  2. Pedro Pais Outubro 3, 2007 at 10:26 #

    O PSI-20 não tem estado grande coisa, não…

    Em relação à simulação que tenho feito, desde a semana 0 o DJIA subiu 0,32%, enquanto o PSI-20 caiu -12,09%.

    É uma boa notícia que estejas novamente positivo, mas não deixa de ser “assustador” uma amplitude de variação tão elevada, em tão pouco tempo.

  3. Vitor Outubro 3, 2007 at 12:29 #

    Eu calculei o DJIA a partir de 31 de Julho, mas entao vejo que comecaste uma semana antes disso.

    Embora a minha variacao tenha sido elevada, foi um reflexo da variacao do mercado, apenas multiplicado por um factor, derivado ao coeficiente de risco do meu portfolio. A minha estrategia e’ investir a longo termo, e a longo termo os mercados sobem sempre (excepto se houver uma crise economica grave), por isso apenas me preocupo em encontrar (fundos principalmente) que tem tido performances acima do mercado durante alguns anos consecutivos.

  4. Pedro Pais Outubro 3, 2007 at 14:19 #

    Parece-me uma boa, longo termo é sempre uma boa perspectiva.

    Alternativamente aos fundos “tradicionais”, já olhaste para os ETF? Tenho de escrever sobre os mesmos um dia destes. Mas a principal vantagem é terem comissões de gestão mais baixas.

  5. Vitor Outubro 3, 2007 at 21:16 #

    Tenho um ETF, o EWA que ate se esta a portar bem. Mas as despesas sao mais ou menos a mesma coisa. Geralmente nos ETF paga-se “brokerage fee” como nas accoes e quando se vende tambem ha umas taxas manhosas. Acho que a unica diferenca consideravel e’ o facto de serem negociados em real-time ao contrario dos fundos que sao negociados ao preco de fecho no final do dia.

  6. Vitor Outubro 3, 2007 at 21:20 #

    Outra coisa que eu me esqueci… os ETF tem muitas despesas relacionadas com impostos sobre accoes compradas/vendidas pelos gestores do fundo. Mesmo que nao vendas as tuas accoes do ETF, no final do ano tens de pagar impostos sobre as transacoes que o fundo efectuou. Isto nos US, onde ainda tenho o meu portfolio, nao sei como funciona se comprares um ETF em Portugal.

  7. Nuno Outubro 3, 2007 at 22:45 #

    Desculpem a ignorancia, mas no que consiste exactamente um fundo EFT?

    E de que forma se diferencia dos fundos tradicionais?

  8. Pedro Pais Outubro 3, 2007 at 23:48 #

    Vítor, aí nos USA não sei muito bem como funciona, de facto. Por cá pagas a compra, a venda (tal como se fosse uma acção) e, em certos casos, uma pequena comissão de gestão (entre 0% e 1%).

    Em relação a pagar impostos sobre as transacções efectuados no fundo, cá não se aplica.

    Para além da vantagem que mencionas, os ETFs são melhores a “copiar” o índice subjacente, até porque frequentemente são geridos automaticamente (i.e. através de programas, leia-se software, especializado).

  9. Pedro Pais Outubro 3, 2007 at 23:54 #

    Nuno,

    Os ETF (Exchange-Fraded Funds) têm como principal objectivo replicar um determinado índice (e.g. tecnologias na Europa, matérias-primas, ou tantos outros). Nesse sentido não têm uma gestão “activa”, no sentido em que a os gestores do fundo não tomam grandes decisões, excepto tentar fazer com que o ETF replique o índice subjacente.

    A vantagem de ter uma gestão “passiva” é que como o papel dos gestores de fundo fica muito reduzido (é por vezes apenas um processo computacional), a comissão de gestão do fundo é reduzida.

    Além disso, funcionam como acções, têm uma cotação constantemente actualizada e podem ser comprados e vendidos no imediato. Como tal têm a desvantagem de se ter de pagar comissão de compra/venda, embora para valores significativos seja pouco relevante.

  10. Nuno Outubro 5, 2007 at 1:56 #

    Bem…

    Sou uma pessoa que gosta de numeros.
    E na verdade não lido com grandes valores, assim as taxas podem fazer alguma diferença.

    Logo, se pensar em investir num desses fundos, vou antes fazer algumas simulações, para perceber ao certo em quanto essas comissões podem afectar o rendimento do fundo.

    Abraço e obrigado!

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